Blog do Leo Santana


Baú da Grafipar

O Ivan Carlo, também conhecido como Gian Danton (Autor com o Antônio Éder da Manticore), acaba de criar um blog destinado a Grafipar e colocou um relato bastante legal com o artista Gustavo Machado, que viveu essa época intensamente.

O endereço do blog é http://grafipar.blogspot.com/



Escrito por Leo Santana às 16h19
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Ghost Writer 2



Escrito por Leo Santana às 22h10
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Nova Coluna vertebral

http://www.bigorna.net/index.php?secao=colunavertebral&id=1154062384

Entrevista muito interessante com o Lobo, da MOSH!

http://www.bigorna.net/index.php?secao=entrevistas&id=1154062063



Escrito por Leo Santana às 14h34
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Abril Despedaçado.

Acabei de assistir Abril Desesperado, de Walter Salles. mais um excelente filme que muito me orgulha da alcunha "nacional", mostrando que já não dá mais para associa-la irresponsavelmente a filme ruim ou mal feito.

Como diretor, Salles é perfeito. Minunciosamente perfeito. Esse filme, em especial, é de uma beleza na fotografia e na forma como as cenas são filmadas que consegue, realmente, passar, através das imagens, sensações íntimas não declaradas, mas sentidas, pelos personagens.

A história, também, é de uma força incrível, comprovando a minha tese de que é a história que puxa e mantêm todo o conjunto harmonioso e forte. E essa história fala de morte, de vida, de destino e de como burlar o seu destino e escrever a sua própria história. Dizer mais é privar vocês do encanto que dessa experiência prazeirosa que é assisti-lo.

Eu recomendo e me envergonho de dizer que demorei demais para assistir esse filme quando já o devia ter feito há muito mais tempo.

Trabalhando em

Escrevi mais uma Coluna vertebral que, para o bem ou para o mal, vai gerar alguma polêmica. Escrevi algumas notícias também para o Bigorna e escrevi mais 1 pagina (Só umazinha) dos súperos, do Maurício Figueiroa (Tem dias que realmente sai pouca coisa).



Escrito por Leo Santana às 21h14
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Contandor de histórias

Assisti MatchPoint, de Woddy Allen. Falar de filmes de Woddy Allen é, quase sempre, ser repetitivo. Com esse não poderia ser diferente. Woddy Allen não varia muito: Ele só faz filmes ou de comédia ou dramas. E em ambos os estilos, ele não comete erros. E com MatchPoint, a regra se mantém: o filme é simplesmente PERFEITO!

Woddy Allen, ao meu ver, atinge esse sucesso, graças a uma habilidade mister inicial que é a de saber contar uma história.

MatchPoint conta a história de um ambicioso rapaz que consegue conquistar todos ao seu redor e, assim, conquistar o seu sucesso. Infelizmente, para ele, a noiva de seu amigo milionário acaba conquistando-o e levando-o a uma obsessão que poderá por tudo a perder.

O fato mais impressionante para mim, é o fato de que Woddy Allen não faz uso de nenhuma técnica recente de filmagem como cortes bruscos (comum em videoclips), efeitos especiais e nem nada desse tipo. Assistir a seus filmes é quase como assistir filmes dos anos 40 sendo que a cores. Outro detalhe é que tudo, absolutamente tudo, no filme, acontece num ritmo lento, quase letárgico que nos prende na inevitabilidade da tragédia que se esboça no filme.

Um outro detalhe fantástico que compõe o filme são os detalhes relacionados ao sabor das artes que permeiam todo o filme (Como a trilha sonora ancorada em La traviatta e nos quadros que compõem muitas partes das cenas de uma forma muito natural e enriquecedora).

Os questionamentos morais e as citações (muitas vezes implicitas) de obras de Dostoievski e Sófocles são o ponto alto do filme.

Enfim, como eu disse no início, falar de filmes de Woddy Allen, é ser repetitivo.

Tudo isso apenas para comprovar que, para se ter um bom filme, livro ou , até mesmo, uma história em quadrinhos, é primeiro preciso se ter uma boa história.

Agradecimentos

Queria agradecer aos amigos que comentaram sobre as tiras e , sim, elas devem voltar. Já tenho, inclusive, outras prontas (Da mesma série).



Escrito por Leo Santana às 18h17
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Divertindo-se



Escrito por Leo Santana às 22h12
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Entre o popular e o erudito

Desde que assisti DEUS É BRASILEIRO, de Cacá Diegues, na Globo mesmo, que eu quero falar sobre o filme. E o artigo enviado pelo Jean e os últimos comentários me fizeram retomar a minha intenção original de comentar sobre o filme.

Cacá Diegues foi um cineasta famoso nos final dos anos 70 e até meados do 80 (Se não me prega uma peça a memória). Mas, desde que o cinema nacional acabou na era collor e ressurgiu com CARLOTA JOAQUINA, de Carla Camuratti, Cacá ainda não havia se reencontrado nesse novo mundo do cinema nacional.

Nas tentativas que me lembro (Que foram TIETA DO AGRESTE e ORFEU), sobrou dinheiro e faltou direção. O cineasta quis dar um pulo do despenhadeiro do cinema de arte e de autor (Próprio dos anos 70 e 80) para o de massa (só descoberto, vejam só que surpresa, pelos artistas nacionais a partir dos anos 90) mas acabou ficando em suspenso entre uma borda e a outra e seus filmes conseguiram decepcionar a todos.

Com DEUS É BRASILEIRO, acho que, finalmente, Cacá se encontrou. O Filme é uma despretensiosa fábula cômica, uma road-movie por esse Brasil bonito e cheio de discrepâncias multi-culturais e sociais. O roteiro, adaptado de um conto de João Ubaldo Ribeiro (O qual não li), tem lá os seus buracos mas a mensagem principal do filme, para mim, é: divirta-se e o resto que se dane. E eu me diverti. Sei que os críticos devem ter bombardeado o filme. Não sei, realmente, se o público teve a mesma impressão que eu. Mas o que eu quero dizer é: é preciso ter a coragem de ser humilde, não se considerar novos gênios da arte e, principalmente, dar ao povo (Se é a ele que você destina a sua obra) o que ele quer.

Como foi muito bem frisado no artigo enviado pelo Jean, os artistas não entregam ao público o que ele quer e depois ficam reclamando que não são 'descobertos', que são 'incompreendidos'. Que tal, primeiro, sermos humildes o suficiente para tentarmos entender o nosso público ?

um adendo: a coisa toda não pode ser tão simplista ao ponto de quere dizer "heróis vende, então vamos fazer heróis". É preciso lembrar que, antes dos heróis, o que as pessoas querem ler mesmo é sobre a VIDA desses heróis (E se tiver alguma ação nesse meio tempo, então ela é bem vinda). O que eu quero dizer com isso é que as pessoas querem ler algo que as satisfaçam de alguma forma aos seus sentidos (Visuais e emocionais). E, acreditem, dá pra gente fazer muita coisa legal em cima disso.

Quanto ao apoio do governo, uma notícia interessante. Existem leis municipais de apoio a cultura que podem lhe ajudar a lançar os seus projetos. O problema é que isso é muito pouco e mal divulgado por aqueles que sabem disso. Um exemplo comum é que, numa conversa com um cara que, hoje, considero um dos maiores canalhas daqui de Recife, ele me disse que, por ano, existe cerca de 70.000 (Setenta Mil Reais) disponíveis num órgão chamado FUNCULTURA, daqui de Recife, destinados a projetos culturais e que quase ninguém apresenta projeto de quadrinhos. ora, esse cara disse-me isso, em tom de confidência, em uma época em que ele estava interessado em me usar em um de seus projetos (Por que ele é do tipo que só se junta com alguém se for para ter lucro e não para ajudar). E, ainda, esse canalha faz parte de uma associação daqui de Pernambuco e eu não vi nem soube, em nenhum momento, que a associação estava orientando ninguém sobre a como formular projetos para angariar patrocínios dessa forma. Detalhe interessante: acaba de sair um projeto patrocinado pelo Funcultura para alguns compatriotas desse canalha (Mas que ele não participou , eu acho, por que ainda trata-se de um reles puxa-saco desses compatriotas).

Resumindo tudo: Algumas pessoas sabem o quê e como, mas não divulgam. É o famoso "farinha pouca, meu pirão primeiro".

Por isso, quem tiver um projeto interessante e queira fazê-lo sem colocar a mão no bolso eu sugiro que o prepare e encaminhe para uma das secretarias de culturas de seu estado. Os passos devem ser mais ou menos os mesmos (Não sei por que, até hoje, não procurei saber de fato como fazer devido ao fato de não ter nenhum projeto pronto para isso): você se cadastra como um produtor cultural e depois de um prazo pode começar a ecnaminhar seus projetos para análise.

É uma solução mas, para mim, trata-se de uma via de escape pois acredito que quem realmente deveria tratar disso seria um produtor/editor mesmo. Mas, como no Brasil, para ser artista, tem que ser produtor de sua própria arte, então tá valendo.

JOGO DO INFERNO

Quem joga COUNTER STRIKE SOURCE na internet já sabe: esse jogo é um jogo inventado pelo capeta para viciar almas inocentes e arrastá-las para o inferno.

A minha ficha é 2.321.353.165.431.654.

Quem também estiver na fila de espera, pode dar uma passadinha nas mapas do ArenaIG que de vez em quando eu apareço por lá. Eu sou o pior jogador que estiver jogando e atendo pelo nicj de [LinkPoint] - FROM_HELL. Só peço que, se me encontrarem, por favor,tenham piedade e não me matem de faca. Por que vocês sabem, morrer de faca em CS é  Humiliation!


AGRADECIMENTOS

A todos que mandaram melhoras e tem visitado constantemente meu blog e flog.

ESCREVENDO

Finalmente comecei a escrever, de fato, OS SÚPEROS, do Maurício Fig. Já estou na quarta página e, até agora, já ri um bocado. Espero que ele goste.



Escrito por Leo Santana às 16h10
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Voltando devargazinho

Conheçam o fotolog do meu camarada Ricardo Anderson (Desenhista de Cabala e Renegado 3000)

Artigo Enviado pelo amigo jean Okada

O Escritor e o Mercado (publicado originalmente no Suplemento Cultural do Diário de Pernambuco)

Eduardo Maia

O papel dos críticos de literatura começa pelo julgamento individual e termina no campo da persuasão, não pode nem deve ser uma imposição. E neste âmbito persuasivo da discussão sobre o valor literário é cabível a crítica negativa a um best-seller como Paulo Coelho - a imortalidade de sua obra não está garantida pelo seu sucesso em vendas. Ninguém obriga as pessoas a comprar, por exemplo, Sidney Sheldon. Elas demandam suas obras em busca de utilidade, diversão ou bem-estar. É isso - e simplesmente isso - o que o mercado faz: demonstra através de sinais o que as pessoas querem. Reclamar do sucesso editorial de Paulo Coelho pode caracterizar-se como uma espécie de ressentimento. Essas críticas ao êxito do escritor são anódinas e pouco inteligentes. O fato de Paulo Coelho vender tanto só prova - e isso é uma tautologia - que ele é um sucesso editorial. A princípio, apenas desse fato, não se pode inferir que ninguém seja um grande escritor. Para isto existem outros tribunais de diferentes competências. O ressentimento canaliza frustrações e oferece, a quem o alimenta, respostas fáceis para não entender suas fraquezas. Assim a comunidade cultural é guarida fácil ao mau-humor desabrido: prolifera, nas férteis cabeças de alguns de nossos literatos, a idéia de que o julgamento de mercado hostil à sua obra é injusto, quando não malfeitor. Ou seja: se o livro não é lido, a culpa é do mercado, que seria incapaz de reconhecer o "gênio eternamente injustiçado". Pobre economia de mercado, que jamais leu um livro.

O que ocorre, porém, é uma completa inversão de juízo dos indivíduos avessos ao mercado. Não é este que, injusto, deprecia a obra "brilhante" e valoriza a "vulgar"; é aquele, o artista, que desconhece o mercado e, não o entendendo, imputa a ele seus insucessos. Mais proveitoso seria se os escritores soubessem mais de economia. Isto porque o mercado, simplesmente, oferece aos agentes econômicos um sinal desprovido de juízo meritório: diz, apenas, se tal ou qual interessa ao público, segundo seu juízo de consumidor. Não diz se a obra é boa ou ruim, mas se interessa às pessoas ler. Nada tem a ver, portanto, com o valor literário de uma obra como tal. Os críticos da "mercantilização da cultura" o que fazem é desprezar o público, julgando-o "incapaz" de entender sua obra. Deseja, na maioria das vezes, intervenção estatal para que sejam vendidos. Ou melhor: esperam que o Estado diga às pessoas o que devem - ou não - ler. Seria uma bobagem maior, não fosse uma solução totalitária. As pessoas não têm de ser obrigadas a ler A ou B; a opoção de leitura só pode sofrer interferência no campo da persuasão. Além disso, em que critérios o Estado deveria se apoiar para incentivar alguns escritores e outros não? Admitindo que não existe um modo de avaliação onisciente por parte do Estado, qualquer escolha é arbitrária e geradora de privilégios.

Aquele que se torna escritor deve fazer escolhas: não pode confundir o julgamento literário (elitista, por excelência) com o julgamento do consumidor ( popular, por excelência). Pode conjugar sucesso em ambos, mas um julgamento nada - ou pouco - tem a ver com o outro. Infelizmente, caros escritores. O mercado, diria Stendhal, não passa de um espelho: "O espelho reflete a lama e vós acusais o espelho! Acusai antes a estrada em que está o lodaçal, e mais ainda, o inspetor das estradas que deixa a água estagnar-se e forma o charco".

Se o interesse é vender bem, o autor, em parceria com sua editora, deve satisfazer demandas, divulgar seu livro, obter canais de distribuição, dialogar com o público, enfim, atingir-lhe a sensibilidade. É o que se conhece como marketing - ferramenta que, salvo precedentes ideológicos, não é pecado. Acaso deseje, simplesmente, escrever uma boa obra, não precisa de nada disso: pode buscar outras fontes de renda. O problema é que estes, geralmente, preferem passar a vida reclamando do mercado, pedindo intervenção do Governo e cultivando o desassossego.

A confusão entre os dois julgamentos acarreta, a nós pobres observadores, o equívoco dos maus vencedores, que insistem em se achar - certos ou não - brilhantes; e seu suposto brilho nada tem a ver com sua capacidade de agradar às pessoas. Infelizmente, o mal que reputam à lei da oferta e da procura nada mais é que a tradução do desejo das pessoas. E se este desejo não é livre, mas tutelado pela decisão de um amontoado de burocratas, então não haverá virtude no leitor, nem mérito no escritor.



Escrito por Leo Santana às 22h09
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Reflexões

Faz 3 dias que estou em cima de uma cama. Doente. Crise de garganta que me fez ter febre, dores no corpo e uma fraqueza generalizada. Nesse meio tempo, a única coisa que tive força para fazer foi assistir televisão (Por que para ser estúpido nem é preciso fazer força). Deus abençoe o controle remoto. E, dentro da programação infeliz da televisão brasileira, consgui algum entreternimento com uma entrevista da fernanda Young no Amaury Jr. (O programa é péssimo, mas a entrevistada era fantástica!) e assistindo a reprise do Superman, no SBT (Sistema Bozo de televisão).

Ficar de cama,  longe do computador e assistindo programas nos quais os neurônios  não precisam de ativação também me ajudaram a pensar um pouco nas direções a que dar a minha vida. Ninguém sabe (Até agora), mas vou precisar repensar a minha vida profissional (E não falo de quadrinhos). Vou ter que me dedicar mais estudando e fazendo cursos para poder crescer profissionalmente e, assim, poder me dedicar com mais tranquilidade aos quadrinhos e meus projetos futuros.

Com certeza, não pretendo abandonar os quadrinhos. Mas, com certeza, terei que priorizar apenas o que for capital para mim. Talvez eu dê uma sumida nos e-mails e, até mesmo, aquino blog e no flog. Talvez não. talvez apenas diminua o conteúdo de cada um deles. Com certeza, no Bigorna, só escreverei a coluna quinzenal (Coluna Vertebral). E olhe lá.

Também tenho 3 roteiros para escrever e os farei. apenas irei diminuir, outra vez, talvez, o ritmo.

Acho que é bem isso. John Lennon tem uma frase bem legal que pauteia a minha vida e diz: "Vida é o que acontece enquanto estamos fazendo outros planos".

E é isso: de garantia, apenas a morte. O resto é preciso estar constantemente dando um jeito.



Escrito por Leo Santana às 16h36
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Agora, somos todos portugueses!

A copa acabou! Quer dizer, a desclassificação da seleção brasileira era uma crônica de uma morte anunciada. Uma constelação de estrelas que, desde o primeiro jogo, não mostrou a que veio, jogando com medo (borrando-se de medo!) e sem atitude digna de uma copa do mundo. Aliás, diga-se de passagem, o Brasil só veio a jogar sério quando não valia mais nada, ou seja, contra o japão, já classificado para as oitavas e no segundo tempo contra gana quando já estava 2 x 0.

Durante o jogo de hoje, contra a França, é claro que eu torci para o Brasil ao menos empatar, mas, quando já ia faltando 15 minutos para o final eu comecei a refletir: "Para quê ganhar se o time não está jogando dignamente?".

A minha maior dúvida era para quem eu iria torcer no jogo  caso fosse Brasil contra Felipão. Acho que, no final das contas, eu deveria agradecer ao Parreira por facilitar a minha torcida. A partir de agora, sou Português desde os meus primeiros antepassados. E dá-lhe Felipão!!!!!!!



Escrito por Leo Santana às 18h18
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